Guper frente a um CRM genérico

Feitos para o caixa, a fila e os trinta segundos

A maioria das ferramentas de CRM nasceu para o comércio digital, onde o cliente já vem identificado pela sessão. Na loja física não existe login: existe um caixa, uma fila e trinta segundos. A Guper foi desenhada para esse momento, e para o ecommerce compartilhar o mesmo cliente.

CRM genérico
Guper
Para que canal foram pensados
Para o ecommerce: sessão, carrinho, e-mail e clique.
Para a loja física e o ecommerce, com o mesmo cliente e o mesmo saldo nos dois.
Que dado entra
Formulários, listas e eventos de navegação.
A venda completa: itens, categorias, preços, meios de pagamento, loja e canal.
Como segmenta
Por atributo declarado e por comportamento no site.
Por produto, categoria, marca, loja, canal, ticket e frequência real.
Onde mora o saldo
Em outra ferramenta de fidelidade, e o CRM fica sabendo depois, quando fica.
No mesmo lugar que a comunicação e a venda. Um só saldo, uma só regra.
Quando atualiza
Na sincronização da madrugada, quando ela roda bem.
No momento da compra. O saldo e o nível do cliente nunca ficam atrasados.
O que o cliente vê
Uma mensagem que promete um benefício que o caixa não reconhece.
O mesmo na mensagem, no caixa, no site e com o vendedor.
O que sabe do cliente
Que abriu um e-mail ou clicou.
O que comprou, quando, onde, quanto e de quanto em quanto tempo volta.
O que consegue acionar
Uma mensagem.
Uma mensagem, um incentivo com regra própria e um resgate no caixa.
Como mede
Aberturas, cliques e conversão atribuída ao envio.
Venda influenciada pedido a pedido, contra um grupo de controle.
A diferença de origem

O que a loja física exige e o ecommerce nunca pediu

Identificar sem formulário

No caixa não há sessão iniciada nem tempo para preencher campos. A identificação precisa acontecer em segundos e com um motivo real para acontecer.

Resgatar no balcão

O saldo entra como desconto no pagamento, com validação por PIN, sem travar a fila e sem mudar o meio de pagamento.

O vendedor como canal

Quem atende precisa ver o cliente e o histórico no celular, e receber quem contatar hoje. Um CRM de ecommerce não tem esse usuário.

Medir por loja e por pessoa

Participação na venda, taxa de identificação e NPS por loja e por vendedor. Sem isso, o programa não desce para o chão de loja.

O que se abre

O que dá para fazer quando o CRM recebe a venda

Não são funções extras. São perguntas que simplesmente não têm resposta se o dado da compra não está dentro.

Segmentar por produto

Quem comprou uma categoria e nunca outra, quem compra sempre a mesma linha e quem nunca repetiu marca.

Segmentar por loja e canal

A base de cada loja, com a sua frequência e o seu ticket. E o cliente que compra na loja mas nunca no site.

Frequência real por pessoa

De quanto em quanto tempo cada cliente volta, não a média da base. É o que permite avisar antes dele sumir.

Ticket e sua evolução

Se o cliente está gastando mais ou menos que há seis meses, e o que fez a diferença.

Quem só compra com desconto

Para parar de dar incentivo a quem ia comprar de qualquer jeito, e dar para quem não voltava.

Cross-sell sobre o que já comprou

A próxima compra provável sai do histórico real, não de uma regra escrita à mão.

A outra metade

A fidelidade não é outro sistema, e por isso a experiência não se quebra

Quando o CRM está de um lado e o programa de fidelidade do outro, quem paga a conta é o cliente: recebe uma mensagem sobre um saldo que o caixa não acha, ou resgata e a campanha continua insistindo.

O saldo e o nível nunca ficam desatualizados

A compra atualiza os dois na hora, não numa carga da madrugada. Se o cliente subiu de nível com a compra de hoje, o vendedor e o checkout já veem. E a mensagem, o caixa e o site leem o mesmo número com a mesma validade.

Uma só conta

Sem cartão de fidelidade à parte, sem outro cadastro e sem outra senha. O cliente é o mesmo na loja, no site e no WhatsApp.

Sem integração que cai

Cada conexão entre duas ferramentas é um ponto de perda. Aqui não há sincronização atrasada nem lista velha.

A loja vê o mesmo que o cliente

O vendedor abre a ficha e encontra o saldo, a validade e a campanha que a pessoa recebeu. Acaba o "no sistema não aparece".

E por isso o incentivo pode ser diferente para cada um

Com a compra dentro, a regra deixa de ser um percentual único: muda por produto, por categoria, por canal, por loja e por perfil de cliente. É o ponto em que um CRM genérico para e o programa começa a render.

Ver como as regras funcionam →

Comparamos com o que você usa hoje?

Mostramos, na sua operação, quais perguntas você poderia responder e hoje não consegue.

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